A história da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo está prestes a ter um marco inédito. Pela primeira vez, o comando técnico estará nas mãos de um estrangeiro: o italiano Carlo Ancelotti, confirmado para o Mundial de 2026, no Canadá, EUA e México.
No entanto, a tradição brasileira no banco de reservas do maior torneio do planeta ainda pode ser mantida, e por um caminho surpreendente. A esperança tem nome, sobrenome e uma missão hercúlea: Sylvinho, ex-lateral do Corinthians e Barcelona, atual comandante da seleção da Albânia.
Ele é o último técnico brasileiro com chance real de estar na Copa. Para isso, precisa realizar uma proeza: levar a pequena nação europeia à sua primeira classificação mundialista. O caminho é a Repescagem da UEFA.
O primeiro e decisivo passo será nesta quinta-feira (26), às 16h45 (horário de Brasília), contra a forte seleção da Polônia, em Varsóvia. Se vencer, a Albânia enfrenta o vencedor do duelo entre Ucrânia e Suécia na próxima terça-feira (31), no mesmo horário.
Superar esses dois obstáculos não só faria história para o futebol albanês, como garantiria a presença de um brasileiro entre os estrategistas do Mundial. A Albânia, se classificada, cairia no Grupo F, ao lado de Holanda, Japão e Tunísia.
Sylvinho, de 51 anos, já mostrou sua capacidade de fazer uma equipe superar seu peso histórico. Na campanha para a Eurocopa de 2024, ele liderou a Albânia à classificação para o torneio continental apenas pela segunda vez na história, surpreendendo a todos.
Ex-jogador de renome, com passagens por Arsenal, Barcelona e Manchester City, ele assumiu a seleção albanesa em 2023. Agora, carrega nas costas não só o sonho de um país, mas a possibilidade de manter viva uma tradição brasileira que, em 2026, estará ausente do banco da Canarinho.
Fonte: br.bolavip.com



