As empresas de criptografia que buscam uma licença bancária federalista dos EUA não devem ser tratadas de maneira dissemelhante de outras instituições financeiras, diz Jonathan Gould, superintendente do Gabinete do Controlador da Moeda (OCC).
Gould narrado uma conferência de blockchain na segunda-feira que alguns novos candidatos a regime nos espaços digitais ou fintech poderiam ser vistos porquê oferecendo novas atividades para um banco fiduciário vernáculo, mas observou que “os serviços de custódia e guarda têm ocorrido eletronicamente há décadas”.
“Simplesmente não há justificativa para considerar os ativos digitais de forma dissemelhante”, acrescentou. “Outrossim, é importante não limitarmos os bancos, incluindo os atuais bancos fiduciários nacionais, às tecnologias ou negócios do pretérito.”
O OCC regula os bancos nacionais e já visto empresas de criptografia porquê um risco para o sistema bancário. Unicamente dois bancos criptográficos são licenciados pelo OCC: Anchorage Do dedo, que possui um alvará desde 2021, e Erebor, que obteve um alvará bancário preparatório em outubro.
A criptografia “deveria ter” uma forma de supervisão
Gould disse que o sistema bancário tem a “capacidade de evoluir do telégrafo para o blockchain”.
Ele acrescentou que o OCC recebeu 14 pedidos para iniciar um novo banco até agora leste ano, “incluindo alguns de entidades envolvidas em atividades novas ou de ativos digitais”, o que foi quase igual ao número de pedidos semelhantes que o OCC recebeu nos últimos quatro anos.
“O fretamento ajuda a prometer que o sistema bancário continua a seguir a evolução das finanças e apoia a nossa economia moderna”, acrescentou. “É por isso que as entidades que se envolvem em atividades que envolvem ativos digitais e outras tecnologias inovadoras devem ter um caminho para se tornarem bancos supervisionados pelo governo federalista.”
Gould ignora preocupações dos bancos
Gould observou que bancos e grupos comerciais financeiros levantaram preocupações sobre as empresas de criptografia obterem licenças bancárias e a capacidade do OCC de supervisioná-las.
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“Tais preocupações correm o risco de virar inovações que serviriam melhor os clientes bancários e apoiariam as economias locais”, disse ele. “O OCC também tem anos de experiência na supervisão de um banco fiduciário vernáculo cripto-nativo.”
Gould disse que o regulador estava “ouvindo dos bancos nacionais existentes, quase diariamente, sobre as suas próprias iniciativas para produtos e serviços interessantes e inovadores”.
“Tudo isto reforça a minha crédito na capacidade do OCC de supervisionar eficazmente os novos participantes, muito porquê as novas atividades dos bancos existentes, de uma forma justa e justo”, acrescentou.
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