Quando o jogo aperta e a Seleção Brasileira precisa de uma injeção de energia, Luiz Henrique tem se mostrado a escolha certeira. O atacante, que ganhou destaque saindo do banco de reservas, virou peça-chave no esquema de Carlo Ancelotti. E os números provam: desde setembro de 2024, nenhum jogador que entrou durante a partida participou de mais gols pelo Brasil. Foram cinco contribuições diretas — dois gols e três assistências — em apenas 306 minutos distribuídos por 11 jogos. Isso dá uma média de 27 minutos por partida e uma participação em gol a cada 61 minutos. Um aproveitamento que impressiona e mostra que ele não perde tempo quando ganha chance.
Mas o que realmente faz de Luiz Henrique um trunfo é sua capacidade de mudar o ritmo do jogo. Ele chega com velocidade, intensidade e vontade de atacar, características que desestabilizam defesas cansadas e abrem espaços para a equipe. Essa habilidade de impacto imediato não surgiu do nada: durante a campanha do título da Libertadores pelo Botafogo, ele marcou três gols e deu uma assistência, mostrando que sabe decidir em momentos de pressão. Mesmo com a concorrência de Rayan por posição na Copa do Mundo, os números de Luiz Henrique o mantêm em evidência.
Nesta segunda-feira (29), o Brasil volta a campo contra o Japão, pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026, às 14h (horário de Brasília), no NRG Stadium. E, se depender da eficiência de Luiz Henrique, a torcida pode esperar mais uma atuação decisiva vinda do banco de reservas.
Fonte: br.bolavip.com



