Brasil traz criptografia sob regras bancárias e visa pagamentos de stablecoin

O banco mediano do Brasil finalizou regras que colocam as empresas de criptografia sob supervisão semelhante à bancária, classificando as transações de moeda seguro e certas transferências de carteira de autocustódia porquê operações de câmbio.

Pelas Resoluções 519, 520 e 521, publicadas nesta segunda-feira, o Banco Medial do Brasil (BCB) estabelecido padrões operacionais e procedimentos de autorização para o que labareda de Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAVs), uma novidade categoria de provedores licenciados de serviços de ativos virtuais que operam no país.

A estrutura estende as regras existentes sobre proteção ao consumidor, transparência e combate à lavagem de moeda (AML) para corretores, custodiantes e intermediários de criptografia.

As regras entrarão em vigor em 2 de fevereiro de 2026, com relatórios obrigatórios para operações no mercado de capitais e transfronteiriças marcadas para estrear em 4 de maio de 2026.