Opinião de: Louise Ivan, cofundadora e CEO da Ryder
Afastem-se, maximalistas. A criptografia não é mais o domínio dos primeiros adotantes e dos “hodlers” filosoficamente orientados. A demografia do uso de criptografia está mudando rapidamente, com stablecoins, em pessoal, liderando o ataque.
Esqueça os recém-chegados acumulando sats. No terceiro trimestre de 2025, o USDt (USDT) da Tether e o USDC (USDC) da Circle representaram coletivamente aproximadamente 40% do volume totalidade de criptografia. Leste número gigantesco deve-se, em secção, ao facto de pessoas de regiões emergentes porquê o Sudeste Asiático, África e América Latina quererem uma forma melhor de movimentar o seu numerário.
Suas razões para reprofundar na criptografia são práticas e diretas. Se a tecnologia criptográfica quiser atendê-los onde eles estão, seus produtos deverão evoluir para atender a essas necessidades em manente mudança.
A urgência de praticidade impulsiona a adoção
Não muito tempo detrás, entrar no mundo das criptomoedas significava comprar Bitcoin (BTC), talvez ler um ou dois white papers e desenredar – às vezes, da maneira mais difícil – sobre frases-semente, carteiras pessoais e os perigos da autocustódia.
Hoje, a maioria das pessoas fora dos círculos de entusiastas da criptografia não pensa em liberdade ideológica ou em numerário sem permissão. Eles estão pensando nas necessidades. A procura pela praticidade está em toda secção.
Em 2025, as transferências de retalho inferior de 250 dólares aumentaram em volume, mostrando um prolongamento nos pagamentos diários de pequeno valor (exatamente o tipo necessário para compras, contas ou propinas em morada).
As stablecoins estão dominando esse padrão, tornando-se o primeiro ativo criptográfico que muitas pessoas encontram, mormente em locais onde os bancos são lentos, caros ou não confiáveis.
As Filipinas estão entre os maiores destinatários de remessas do mundo. Os cidadãos precisam de enviar numerário através das fronteiras de forma barata, rápida e sem obstáculos bancários. Stablecoins resolvem esse problema.
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As exchanges centralizadas e as plataformas peer-to-peer (P2P) estão agora a registar um aumento no tráfico de utilizadores que valorizam a criptomoeda pela sua utilidade e não por razões ideológicas. Não é unicamente anedótico: Índice de Adoção Global de 2025 da Chainalysis mostra que a Índia, o Paquistão, o Vietname, o Brasil e as Filipinas estão a liderar a atividade criptográfica de base, grande secção da qual é encaminhada através de ativos não voláteis, porquê stablecoins.
De concordância com o Fórum Poupado Mundial, o média A transferência de stablecoin em mercados emergentes varia de US$ 100 a US$ 500. As remessas transfronteiriças constituem anualmente uma porção multibilionária do ecossistema criptográfico.
A adoção da criptografia entre os filipinos, em pessoal, aumentou para 22,5%, supra dos 17,8% do ano pretérito, impulsionada principalmente pelos jogos “jogar para lucrar” e pelas necessidades de remessas. Outros mercados em rápido prolongamento, incluindo a Nigéria e o Vietname, também estão a registar tendências semelhantes. A praticidade e a urgência estão levando as pessoas à criptografia, em vez da perspectiva de liberdade, numerário ou outras motivações filosóficas.
Novos usuários precisam de um novo tipo de segurança
Há, no entanto, uma indemnização escondida nos bastidores. Os novos usuários se preocupam principalmente com a utilidade – especificamente, com o envio e recebimento de fundos – e muitas vezes ignoram fundamentos criptográficos mais profundos, porquê chaves privadas, frases-semente e autocustódia. É muito mais provável que dependam de carteiras fornecidas por bolsas ou custodiantes. Embora essas soluções possam ser mais diretas e familiares, elas vão contra o espírito original da criptografia: nem suas chaves, nem suas moedas.
Não se trata unicamente de facilidade de uso; trata-se de risco e responsabilidade. A narrativa de “perdida sua frase-semente, perdida sua criptografia” é um fracasso para alguém que gasta US$ 60 em mantimentos. Se a autocustódia significa malparar a perda de fundos familiares essenciais devido a uma sequência de palavras esquecida, a adoção abranda e a crédito diminui.
Para empresas e plataformas, a prelecção é clara: se a maioria dos novos usuários não tiver vontade ou tempo para dominar frases-semente e protocolos de backup, a segurança criptográfica precisa ser incorporada nativamente ao resultado, e não incorporada posteriormente.
Os inovadores já estão no caso. As empresas estão experimentando alienar frases iniciais, usando recuperação de contas em várias camadas, contatos confiáveis ou até mesmo integrações de hardware para proteger ativos sem expor os usuários às complexidades da criptografia das criptomoedas.
A segurança está evoluindo de um teste de conhecimento técnico e tenacidade mental para um recurso transparente em segundo projecto.
Alhear a complicação é a chave para a próxima vaga de adoção
Esta novidade vaga de usuários de criptografia não está esperando pela UX perfeita. Eles já estão usando stablecoins para utilidade no mundo real, quer percebam que os trilhos do blockchain estão inferior deles ou não. Muitos filipinos já estão envolvidos em trocas de numerário P2P para transmudar os seus ativos digitais novamente em moeda fiduciária.
A conveniência e a velocidade da Crypto estão incorporadas na vida diária de milhões de pessoas, permitindo-lhes enviar numerário, fazer compras no Facebook Marketplace, liquidar contas familiares e gerenciar atividades paralelas nas economias de jogos.
A próxima grande vitória da tecnologia criptográfica não será proteger argumentos ideológicos; tratar-se-á de potenciar silenciosamente o movimento e o negócio globais de numerário, nativo em aplicações quotidianas, tão simples porquê enviar uma mensagem WhatsApp.
Algumas das maiores empresas do mundo, desde processadores de remessas até provedores de numerário traste, estão integrando trilhos de blockchain, criando experiências onde os usuários nunca veem um endereço de carteira ou um explorador de blockchain, mas em vez disso desfrutam de liquidação mais rápida e taxas mais baixas.
A segurança integrada é obrigatória
O que isso significa para as equipes que criam soluções criptográficas? Em primeiro lugar, os produtos devem tornar a segurança perfeita e não um fardo para o utilizador suportar. Carteiras de custódia, recuperação social, autenticação multifator e até mesmo opções de custódia regulamentadas e seguradas fazem secção do kit de ferramentas. Se a criptomoeda aspira à adoção generalizada e à inclusão financeira, deve reconhecer as necessidades e a tolerância ao risco dos seus utilizadores. Deve oferecer a melhor experiência do usuário, salvaguardas claras e opções de recuperação eficazes.
Em segundo lugar, significa amparar uma novidade população criptográfica global: não unicamente os cypherpunks e os maximalistas, mas também pessoas que confiam na utilidade, na crédito e na capacitação prática. A indústria de criptomoedas está preparada para uma transformação muito mais ampla. Blockchain é o caminho, mas a integração é fácil, a segurança é integrada e a adoção em volume não exige que cada um seja seu próprio banco.
Com o USDT e o USDC representando agora 40% do volume global de negociação de criptomoedas e mais de 161 milhões de pessoas detentoras de stablecoins, a classe de ativos é maior do que a população das 10 maiores cidades do mundo juntas.
As criptoeconomias de prolongamento mais rápido não buscam a filosofia. Eles querem solvibilidade, conveniência e liberdade em relação ao sistema bancário tradicional.
O horizonte da Crypto depende do reconhecimento da face mutável da adoção. Devemos erigir tecnologias que sirvam esta novidade veras.
Opinião de: Louise Ivan, cofundadora e CEO da Ryder.
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