Zubeldía minimiza protestos e vê evolução do Flu antes de duelo decisivo

Zubeldía minimiza protestos e vê evolução do Flu antes de duelo decisivo

O clima nos bastidores do Fluminense não é dos mais tranquilos, mas o técnico Zubeldía prefere enxergar o copo meio cheio. Após o empate com o Botafogo, no último sábado (8), pela 22ª rodada do Brasileirão, o argentino saiu em defesa do time e minimizou as faixas de protesto exibidas pela torcida no Nilton Santos. Para ele, a resposta veio dentro de campo, principalmente na etapa final.

Em sua análise, Zubeldía destacou a mudança de postura da equipe após o intervalo. O comandante tricolor acredita que a melhora no segundo tempo foi uma resposta direta à eliminação sofrida para o Vasco, na Copa do Brasil. “Hoje a impressão é que fizemos uma boa partida. Tivemos critério para controlar a bola e fomos superiores ao rival. Eles têm força nas transições, mas nossos jogadores, com confiança, buscaram o gol. Não saiu antes do gol deles, mas depois”, explicou.

O treinador também fez um balanço dos últimos jogos e reconheceu os erros, sem fugir da responsabilidade. “Fizemos um primeiro tempo péssimo contra o Vasco, e isso comprometeu grande parte da classificação. No jogo de ida, tivemos mais chances e merecíamos sair na frente. Mas o péssimo primeiro tempo dificultou tudo. As expectativas eram altas, tanto internas quanto externas. É normal que as críticas apareçam, tanto para mim quanto para os jogadores”, completou.

Sobre os protestos vindos das arquibancadas, Zubeldía mostrou compreensão e maturidade. “Somos do futebol e entendemos a dor do torcedor. É uma dor que também é nossa. Precisamos seguir em frente, porque temos jogos a cada três dias. Por isso, a boa resposta de hoje, num clássico como visitante, foi importante. Mas terça-feira é o que realmente importa”, afirmou.

E é justamente na terça (11) que o Fluminense terá seu grande teste. No Maracanã, às 19h, o time recebe o Independiente Rivadavia, da Argentina, no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. Por isso, o confronto contra o Botafogo foi encarado com time reserva – uma decisão estratégica que, aos olhos do treinador, se justifica pela importância do duelo continental.

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Fonte: br.bolavip.com

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