A Copa do Mundo de 2026 não foi apenas um espetáculo dentro de campo. Nos bastidores, algo maior se desenhou: a aproximação entre Donald Trump e Gianni Infantino. Durante a cerimônia de premiação, os dois dividiram o palco para entregar o troféu ao capitão espanhol Rodri, após a vitória sobre a Argentina. O gesto, que parecia apenas protocolar, na verdade sinalizava uma parceria que pode ir muito além do futebol.
Segundo o New York Post, Trump quer apoiar Infantino para o cargo de secretário-geral da ONU. Isso mesmo: o presidente dos EUA enxerga no chefão da FIFA a capacidade de unir culturas e interesses diversos em um momento de tensão global. Para Trump, Infantino tem prestígio mundial e um talento raro para construir pontes — algo essencial para liderar a Organização das Nações Unidas.
A escolha do novo secretário-geral está prevista entre agosto e outubro deste ano, substituindo António Guterres, que deixa o cargo em dezembro. O candidato precisa do aval do Conselho de Segurança da ONU, com seus 15 membros (incluindo os cinco permanentes com poder de veto), além da aprovação da Assembleia Geral. Não é um caminho simples, mas ter Trump ao lado pode pesar.
Ainda não se sabe se Infantino topa a empreitada. Nos bastidores, ele segue focado na FIFA, onde tem apoio sólido de mais de 200 federações e deve buscar a reeleição em 2027. Mas a simples movimentação já mostra como o esporte e a diplomacia podem se entrelaçar. Se essa ponte for construída, o mundo vai observar um dos movimentos mais ousados da política internacional recente.
Fonte: br.bolavip.com



