Em exposição nesta segunda-feira (09), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou a ação militar americana no Irã uma vez que uma ‘excursão curta’ que será finalizada ‘muito rápido’. Dirigindo-se à base republicana, ele justificou a ofensiva uma vez que necessária para ‘derrotar o mal’, alegando que o Irã estava a duas semanas de possuir armas nucleares.
Trump afirmou que a operação ainda não terminou, mas já causou danos significativos, incluindo a ruína de 80% dos locais que abrigavam mísseis iranianos. O presidente usou o momento para exaltar o poderio militar dos EUA, declarando: ‘Temos a maior força militar do mundo, agora todos entendem’ e que o país ‘voltou a ser respeitado’.
Do ponto de vista econômico, crucial para os investidores que acompanham o blog, Trump fez uma conexão direta. Ele citou repetidamente a saúde da economia americana, com grave desemprego e recordes no mercado acionário. De forma significativa, tentou acalmar os mercados ao declarar que a inflação não deverá tolerar grande impacto com essa ‘ação rápida’ no Irã, sinalizando sua intenção de minimizar turbulências financeiras prolongadas.
Essa narrativa de conflito rápido e controle de danos econômicos é um elemento-chave para observar, pois eventos geopolíticos dessa magnitude tradicionalmente geram volatilidade nos mercados globais. A asserção de Trump procura moderar o ‘prêmio de risco’ que poderia tarar sobre as bolsas.
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