Thuram: O herói improvável que brilhou em duas finais de Copa pela França

Thuram: O herói improvável que brilhou em duas finais de Copa pela França

Faltam apenas 40 dias para a Copa do Mundo de 2026, e o mundo já se prepara para ver os maiores craques em ação. Enquanto a bola não rola, vale a pena revisitar lendas que marcaram o torneio. Hoje, o foco é Lilian Thuram, o defensor francês que virou símbolo de raça e inteligência dentro de campo.

Thuram é sinônimo de consistência na seleção francesa. Atuando como lateral-direito ou zagueiro, ele se destacou pela força física, posicionamento cirúrgico e leitura de jogo apurada. Não era um goleador, mas sua marcação firme e versatilidade tática compensavam — e como. Em Copas do Mundo, ele mostrou que defensores também podem ser decisivos.

O grande momento de Thuram veio em 1998, na semifinal contra a Croácia. A França perdia, e ele, que raramente balançava as redes, marcou os dois únicos gols da carreira pela seleção, virando o jogo e levando o time à final. Contra o Brasil, na decisão, foi uma muralha: ajudou a anular o ataque adversário na vitória por 3 a 0, garantindo o primeiro título mundial francês.

Oito anos depois, em 2006, Thuram já estava mais experiente, mas ainda era peça-chave na defesa. Mesmo em fim de carreira, liderou a França até a final, mostrando longevidade e competitividade de alto nível. Embora tenha perdido o título para a Itália, sua trajetória em duas finais consecutivas (1998 e 2006) é algo raro e respeitável.

Com 16 jogos em Copas, 2 gols e uma média de 0,12 participações diretas em gols por partida, Thuram não é lembrado por números, mas por atitudes. Ele foi o herói improvável de 1998 e o líder sereno de 2006, provando que grandes defensores constroem campanhas vitoriosas. Seu legado é uma aula de excelência defensiva para quem ama futebol.

Fonte: br.bolavip.com

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