Saúl detona redução de gringos: “Abaixa o nível da Liga”

Saúl detona redução de gringos: “Abaixa o nível da Liga”

O meia espanhol Saúl, do Flamengo, não fugiu do assunto e soltou o verbo sobre a polêmica decisão que pretende reduzir o número de estrangeiros no futebol brasileiro. Durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira (1º), após o treino no Ninho do Urubu, o jogador criticou a medida que prevê a diminuição de oito para cinco profissionais de fora, começando em 2027 e se estendendo até 2030.

Para o atleta, a mudança não vai ajudar em nada a formação de novos talentos e pode, sim, prejudicar a qualidade das equipes. “Eu só posso falar de mim, mas acredito que isso não é bom para a Liga”, afirmou Saúl, que completou: “Os jogadores brasileiros, se você precisa colocar mais jogadores brasileiros aqui, tem que ser porque eles têm um bom nível, não porque sejam brasileiros. Então, eu acho que isso vai abaixar o nível da Liga brasileira”.

Vivendo um momento de retomada no elenco rubro-negro, o espanhol vem ganhando espaço e se tornando peça importante para o técnico Leonardo Jardim. Mesmo assim, ele não hesitou em defender seus compatriotas e criticar a possível redução.

Mas nem só de assuntos sérios viveu a entrevista. Questionado sobre a escolha nada convencional de músicas para suas redes sociais — muitas vezes com letras picantes e pouco óbvias —, Saúl abriu o jogo sobre como descobre essas canções. “As pessoas sabem que eu estou procurando a música, mas novamente aparecem em todas as formas, seja no Instagram, muitas vezes também, as pessoas mandam para mim”, contou.

O jogador ainda revelou que encara essa interação como uma forma de se comunicar com os fãs. “Eu acho que é uma maneira também de me comunicar com as pessoas que me mandam, ou que eu procuro na internet. Eu acho que uma semana mais que não tenha (jogo), eu vou fazer, depois eu vou parar (risos)”, admitiu.

E prepare-se, porque tem mais: Saúl confessou que não costuma ouvir as músicas que posta. Seu estilo preferido atualmente é o pagode, e ele até considera o funk um gênero ‘forte’ demais para seu gosto. “As músicas que eu escuto, não são as que eu coloco (risos). Normalmente quando eu escuto música brasileira, eu gosto mais de pagode. Eu gosto muito. O funk é muito duro, muito forte para mim”.

Ele ainda explicou que usa o pagode para aprimorar o português. “Prefiro pagode também para compreender, aprender o idioma um pouquinho também, que é mais tranquilo. Mas no carro ultimamente eu estava escutando música espanhola. E eu não a coloco porque vocês não compreendem (risos)”, finalizou.

Com informação de Bolavip.

Fonte: br.bolavip.com

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