Paquetá veste a 11 do Flamengo e reacende idolatria no Ninho

Paquetá veste a 11 do Flamengo e reacende idolatria no Ninho

Lucas Paquetá está de volta ao número que o consagrou. Neste sábado (12), os canais oficiais do Flamengo confirmaram que o meia-atacante será o novo dono da camisa 11, que ficou vaga após a saída de Everton Cebolinha. A escolha reacende a memória da torcida, que viu o cria do Ninho brilhar com essa numeração em 2018, antes de ser negociado com o Milan.

A concorrência pela 11 prometia. Samuel Lino também aparecia como forte candidato, mas a diretoria rubro-negra optou por valorizar a identificação de Paquetá com o clube. Não à toa, a Nação recebeu a notícia com entusiasmo — o jogador sempre foi um dos nomes mais queridos das arquibancadas.

O retorno só aconteceu porque Paquetá pressionou. Ele deixou claro para o West Ham que queria vestir o Manto novamente e foi decisivo para que o acordo com a diretoria do Flamengo saísse do papel. Um gesto que reforça o quanto ele se sente em casa no Rio de Janeiro.

Em campo, o momento ainda não é o ideal. O meio-campista sofreu duas lesões e agora trabalha para recuperar a melhor forma física. Mesmo assim, desde que chegou, já balançou as redes 10 vezes — números expressivos para quem muitas vezes atuou como volante.

Leonardo Jardim confia no futebol de Paquetá, mas tem dosado as responsabilidades. O treinador prefere rodar o elenco para que o atleta não carregue sozinho a pressão de decidir a qualquer instante. É uma estratégia para preservá-lo e potencializar seu futebol na reta final da temporada.

O Flamengo vive um bom momento sob o comando de Jardim. O time assumiu a liderança do Brasileirão e deu um passo importante rumo à semifinal da Libertadores ao vencer o Del Valle por 2 a 0, na altitude. Os jogadores já assimilaram melhor o estilo do português, que no início enfrentou resistência por tentar implantar um modelo diferente.

Com humildade, Jardim recuou e entendeu que o Flamengo tem uma identidade consolidada ao longo dos anos: buscar a bola, ser ofensivo e não se acovardar quando abre o placar. Essa sintonia entre treinador e elenco tem sido fundamental para os resultados recentes.

Agora, com a 11 nas costas, Paquetá tem tudo para se firmar de vez como ídolo. O carinho da torcida já existe; falta coroar essa relação com títulos importantes. E o Mengão segue vivo em duas frentes: Brasileiro e Libertadores. Se depender da conexão entre o meia e a Nação, o final de temporada promete.

Fonte: br.bolavip.com

Compartilhar