Marcão assume queda do Flu, mas bota fé na vaga na Libertadores

Marcão assume queda do Flu, mas bota fé na vaga na Libertadores

O Fluminense vive um momento delicado e o técnico Marcão não fugiu da responsabilidade. Após a derrota por 2 a 1 para o Santos, neste domingo, o Tricolor amargou sua terceira derrota seguida no Maracanã e, de quebra, deixou o G-4 do Campeonato Brasileiro. Na coletiva pós-jogo, o comandante fez uma análise franca do desempenho da equipe.

Marcão foi cirúrgico ao apontar os altos e baixos da partida. Para ele, o primeiro tempo foi equilibrado e o time até poderia ter ampliado o placar. O problema veio depois do intervalo: o Fluminense voltou abaixo do seu padrão habitual e acabou castigado por dois gols santistas em um intervalo curto. “Um primeiro tempo equilibrado, poderíamos ter feito o segundo gol. Voltamos abaixo do que é o costume para o segundo tempo e tomamos dois gols em um espaço curto”, resumiu o treinador.

Agora, a chave vira. O foco total do Fluminense é a semifinal da Libertadores, na próxima quarta-feira, contra o Palmeiras. É jogo decisivo, daqueles que valem uma temporada inteira, e a vaga na grande final está em jogo. Marcão sabe que o tropeço diante do Santos precisa servir de aprendizado antes desse duelo continental.

O técnico também esclareceu que algumas mudanças na escalação foram pensadas estrategicamente, levando em conta a sequência pesada de compromissos. “Tivemos que fazer movimentos diferentes hoje justamente pelo jogo de quarta-feira”, explicou. Ou seja: o planejamento da comissão técnica já mirava o confronto com os paulistas.

Apesar do resultado negativo, Marcão transmitiu confiança. Segundo ele, o elenco está ciente do tamanho do desafio e preparado para encarar o Palmeiras. Sobre as opções ofensivas e a escalação ideal para a semifinal, o treinador foi cauteloso: vai analisar o adversário antes de bater o martelo. “A gente vai analisar o adversário”, declarou.

O que Marcão quer ver em campo é um Fluminense transformado. Ele foi enfático ao pedir uma equipe “mais forte, motivada, alegre, que agrida” — palavras que soam como um chamado à torcida e ao elenco. É esse espírito combativo que, na visão do treinador, pode levar o Tricolor à classificação na Libertadores.

Fonte: br.bolavip.com

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