Malik Tillman, meia-atacante de 24 anos que defende o Bayer 04 Leverkusen e a seleção dos Estados Unidos, foi um dos nomes mais comentados após o amistoso entre Estados Unidos e Austrália, válido pela preparação para a Copa do Mundo. Apesar de não ter marcado gols ou dado assistências, o jogador teve um impacto enorme na construção ofensiva e no controle do ritmo da partida. Com 1,86 m e canhoto, ele é especialista em encontrar passes entre linhas e manter a posse sob pressão, características que lembram um maestro de orquestra no meio-campo.
O teuto-americano, formado nas categorias de base do Bayern de Munique, passou por Rangers FC e PSV Eindhoven antes de chegar ao Leverkusen. Hoje, é tratado como uma das peças mais técnicas da nova geração dos EUA, vestindo a camisa 10. Seu valor de mercado, segundo o Transfermarkt, é de 30 milhões de euros (cerca de R$ 176 milhões), o que o coloca em uma faixa alta, mas comum para jovens meias em evolução na Europa.
Nas redes sociais, a atuação de Tillman foi comparada à de um jogador que controla o jogo, mas parte da torcida apontou que falta impacto em jogos mais travados. Ainda assim, ele é visto como uma promessa sólida. Onde ele encaixaria no Brasileirão? No Palmeiras, poderia atuar como articulador central, ajudando em partidas de bloco baixo. No Flamengo, seria opção de organização ofensiva para acelerar transições e dar o último passe. No Corinthians, funcionaria como peça de controle no meio, dando fluidez à criação ao lado de um meia mais vertical. Fica a pergunta: serve no seu time?
Fonte: br.bolavip.com



