A Seleção Francesa deu adeus à Copa do Mundo de 2026 com uma derrota para a Inglaterra na disputa pelo terceiro lugar, num jogo eletrizante que terminou 6 a 4. Mas o que realmente chamou a atenção foi o destino de um dos maiores ídolos da história recente da França: N’Golo Kanté.
Aos 35 anos, o meio-campista do Fenerbahçe não entrou em campo em nenhum momento do torneio, nem mesmo nessa partida que já não valia nada além da honra. O técnico Didier Deschamps optou por mantê-lo no banco de reservas mais uma vez, encerrando assim a passagem do campeão mundial de 2018 sem que ele desse um único chute ou desarme na competição.
Essa provavelmente foi a despedida de Kanté da Copa do Mundo e da Seleção Francesa. Era de se esperar que ele tivesse ao menos alguns minutos para ser homenageado, mas Deschamps, que já não o utilizava desde o início do torneio, preferiu não escalá-lo nem mesmo num jogo sem pressão.
A idolatria por Kanté, porém, vai muito além dos números. Ele foi peça-chave na conquista de 2018, formando um meio-campo histórico com Pogba e Matuidi. Sua humildade e simplicidade dentro e fora de campo fazem dele um dos jogadores mais admirados do planeta, capaz de não ter haters — algo raro no futebol moderno.
Agora, com 35 anos e atuando na Turquia, fica difícil imaginar um retorno à seleção. A Copa de 2026 foi, de fato, o último capítulo de uma história que, ironicamente, teve o adeus mais silencioso possível.
Fonte: br.bolavip.com



