Jonathan Taylor segue sendo o motor do ataque terrestre do Indianapolis Colts na temporada regular da NFL de 2026. Até 27 de setembro, o running back acumulou 66 corridas para 258 jardas em três partidas, todas como titular. Com uma média de uso entre 19 e 24 tentativas por jogo, ele já soma quatro touchdowns terrestres, embora o avanço pelo chão tenha oscilado a cada semana.
Em entrevista ao programa Locker Talk da semana 4, divulgada pelos Colts, Taylor revelou que sua filha tem sido um pedido extra nesta temporada. Ele também fez questão de elogiar Bernhard Raimann e toda a linha ofensiva, defendendo que o grupo receba mais reconhecimento pelo sucesso que ele vem construindo ao longo dos anos.
Os números das três primeiras partidas mostram um retrato claro de sua participação. Foram 3 jogos e 3 titularidades, com presença desde a abertura da temporada. Taylor registrou 66 corridas, 258 jardas corridas, 4 touchdowns terrestres e 16 primeiras descidas em corridas. Como recebedor, somou 9 recepções em 11 alvos, 67 jardas e nenhum touchdown recebido. Além disso, perdeu 1 fumble, única perda de posse de bola após soltar a bola.
Para efeito de comparação, na temporada regular de 2025, Taylor disputou e foi titular nos 17 jogos, acumulando 323 corridas para 1.585 jardas e 18 touchdowns terrestres. A diferença está na duração e no volume: em 2026, o recorte é de três atuações com uso frequente, enquanto 2025 representa o calendário completo.
Antes da abertura da temporada, Jesse Minter, técnico dos Ravens, já havia destacado o repertório do running back. Em entrevista de 7 de setembro, afirmou: “Ele tem ótimo equilíbrio. Tem ótima visão. Tem velocidade, pode conseguir uma grande jogada”. Minter também diferenciou a capacidade de ganhar espaço no interior da linha e a ameaça de uma corrida longa por fora: “Eles podem ser muito físicos entre os tackles, mas ele também é capaz de avançar 70 ou 80 metros quando chega por fora”. Os tackles são os jogadores nas extremidades da linha ofensiva; correr entre eles significa atacar a parte interna dos bloqueios.
O treinador elogiou a linha de ataque de Indianápolis e resumiu sua prioridade: “Para nós, na defesa, tudo começa pela capacidade de controlar o jogo terrestre”. Sua avaliação coloca Taylor como uma preocupação constante, tanto nas disputas por pequenas oportunidades quanto nas chances de grandes avanços.
Em declaração ao Indianapolis Star, Taylor apontou uma tarefa coletiva do ataque: “Sempre que alguém traga qualquer tipo de pressão, você precisa fazê-los pagar. Caso contrário, continuará vendendo isso repetidamente”. A cobrança é para que a equipe aproveite as brechas deixadas pelas investidas defensivas, um trabalho que envolve bloqueios, leitura de jogo e execução do ataque, e não apenas o esforço individual do running back.
A produção por jogo mostra volume semelhante, mas avanços diferentes. Em 13 de setembro, contra Baltimore, Taylor teve 19 corridas para 98 jardas e dois touchdowns diante dos Ravens, além de três recepções para 23 jardas. Foi sua maior produção terrestre entre as três atuações, justamente na partida com o menor número de tentativas. Já em 20 de setembro, no Sunday Night Football, foram 24 corridas para 92 jardas e dois touchdowns, com quatro recepções para 40 jardas. O volume superior de corridas não resultou no maior avanço pelo chão, mas essa foi a tônica de um início de temporada em que Taylor mantém alto volume e segue como peça central no ataque dos Colts.
Fonte: br.bolavip.com



