Hamilton prova que menos é mais: sem simulador, voa na Ferrari

Hamilton prova que menos é mais: sem simulador, voa na Ferrari

Lewis Hamilton está mostrando que, às vezes, a melhor tecnologia é aquela que você dispensa. Depois de amargar um sexto lugar em Miami, o heptacampeão tomou uma decisão ousada: abandonar o simulador da Ferrari. E funcionou. No último final de semana, no GP do Canadá, ele protagonizou uma batalha épica contra Max Verstappen e cruzou a linha de chegada em segundo lugar — seu melhor resultado pela equipe de Maranello em 2025.

O britânico, que já soma dois pódios na temporada (incluindo o terceiro lugar na China), explicou que o equipamento estava atrapalhando seu desempenho. ‘O simulador estava me levando para a direção errada’, afirmou o piloto de 41 anos. Em entrevista após a corrida no Canadá, ele foi categórico: ‘Provavelmente não vou usar o simulador antes das próximas corridas’. Mas ele não está simplesmente ignorando a ferramenta. Hamilton se comprometeu a testá-la depois das provas para ajudar a equipe a identificar falhas — uma abordagem de mestre que transforma um problema em aprendizado.

A decisão de Hamilton não é novidade. Ele revelou que, em quase todos os campeonatos que venceu, com exceção de 2008, não usou o simulador. ‘Sou da velha guarda. Fico melhor sem ele’, disse, com a confiança de quem sabe o que funciona para si. Agora, com 72 pontos, ele ocupa a quarta posição no Mundial de F1, atrás do líder Kimi Antonelli (131), George Russell (88) e Charles Leclerc (75). A próxima parada é o GP de Mônaco, entre 5 e 7 de junho, onde Hamilton promete continuar provando que a experiência e a intuição ainda reinam na Fórmula 1.

Fonte: br.bolavip.com

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