A pausa para a Copa do Mundo de 2026 não será só para respirar, mas para reformular. Nos bastidores da Arena, o Grêmio já trabalha para realizar uma verdadeira limpa no elenco. A informação que circula internamente é de que até 11 jogadores podem deixar o clube durante a próxima janela de transferências. O objetivo é claro: equilibrar as finanças, desafogar a folha salarial e, claro, trazer reforços de peso para setores que precisam de uma injeção de qualidade.
Mais do que uma questão técnica, essa movimentação é uma necessidade financeira. O clube precisa vender para contratar, e a temporada abaixo das expectativas cobrou seu preço. Por isso, a diretoria entende que algumas saídas são inevitáveis e até benéficas — tanto para o clube quanto para os próprios atletas, que terão mais oportunidades em outros lugares.
Jogadores como Dodi e Monsalve, que começaram a temporada com status de titular, perderam espaço e estão na lista de possíveis negociados. A avaliação interna é que a perda de rendimento e a irregularidade do time tornam a parada da Copa um momento decisivo para os rumos do clube. A torcida, que já sente na pele a necessidade de mudanças, apoia a ideia de ajustes profundos.
Enquanto trabalha nas saídas, o departamento de futebol já tem alvos claros. Um deles é o lateral uruguaio Gastón Martirena, do Racing, que pode reforçar a lateral direita — setor que ainda não passou a segurança esperada. Mas a grande expectativa está mesmo no meio-campo. O time sente falta de um articulador, um camisa 10 que organize as ações ofensivas, acelere a circulação da bola e assuma a responsabilidade nos momentos difíceis. Essa pode ser a principal missão da direção, pois, além dos problemas defensivos, ficou claro que o Grêmio sofre para criar e controlar jogos contra adversários mais organizados. Encontrar esse jogador é tão crucial quanto qualquer contratação defensiva.
Fonte: br.bolavip.com



