Fluminense já testou 24 formações em 2026; lesões explicam trocas

Fluminense já testou 24 formações em 2026; lesões explicam trocas

Na noite da última terça-feira (12), o Fluminense venceu o Operário por 2 a 1, no Maracanã, e garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil. Os gols foram marcados por Lucho Acosta e Jefferson Savarino, resultado que aliviou a pressão sobre o técnico Luis Zubeldía. Mas, por trás da classificação, um dado chama atenção: a falta de uma escalação base consistente.

Levantamento mostra que, desde o início da temporada, o argentino já utilizou 24 formações titulares diferentes. Lesões, controle de carga e a chegada de reforços estão entre os principais motivos para tantas variações. Contra o Operário, Zubeldía conseguiu escalar o que considera seu time ideal, algo raro até agora.

As lesões de Lucho Acosta e Martinelli foram os maiores desafios. Ambos são pilares do elenco e ficaram períodos significativos fora. No caso de Acosta, as opções de reposição são limitadas. Já Martinelli, com uma lesão grau 3 na coxa, forçou o treinador a testar diferentes duplas de volantes.

Nomes como Nonato, Facundo Bernal, Alisson e Hércules se alternaram no meio-campo. Dos 31 jogos do Fluminense na temporada, 24 tiveram escalações diferentes, seja na defesa, no meio ou no ataque. Essa instabilidade gera críticas, mas também reflete o esforço de Zubeldía para encontrar o melhor encaixe.

Agora, o foco volta para o Brasileirão. No sábado (16), às 19h, o Fluminense recebe o São Paulo, no Maracanã, e busca se manter na 3ª colocação. Com Acosta recuperado e Martinelli próximo do retorno, a expectativa é que o time ganhe a tão sonhada sequência.

Fonte: br.bolavip.com

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