O Flamengo acionou o modo de vigilância nos bastidores. A razão? Erick Pulgar, volante titular absoluto no projeto de Leonardo Jardim, tem uma cláusula de rescisão que preocupa a diretoria. A partir de meados de 2025, o valor para levá-lo cai para apenas 6 milhões de dólares (cerca de R$ 31,5 milhões).
Essa redução foi uma estratégia do clube para fechar a renovação e garantir o jogador a curto prazo, evitando desgastes. No entanto, o precedente gera apreensão. A mesma tática foi usada com Gerson, que pouco depois foi negociado com o Zenit. O fantasma de uma saída semelhante ronda o Ninho do Urubu.
A importância de Pulgar é inquestionável. Ele se tornou um pilar do meio-campo rubro-negro, peça tática fundamental para Jardim. Apesar disso, o clube avalia que o risco é, por enquanto, controlado. Com 32 anos e fora da Copa do Mundo com o Chile, o mercado internacional para o volante pode não ser tão aquecido.
Para segurar o jogador, o Flamengo já estuda uma valorização salarial. Internamente, reconhece-se que Pulgar ganha menos que outros volantes contratados recentemente. Esse fator pode ser crucial: se o chileno não se sentir devidamente valorizado, uma proposta na próxima janela de transferências pode se tornar muito tentadora.
O horizonte de 2026 se aproxima como um ponto de decisão inevitável. O Flamengo terá que escolher entre reajustar o contrato do seu principal volante ou arriscar vê-lo sair por um valor considerado abaixo do seu peso dentro de campo. A bola, agora, está com a diretoria.
Fonte: br.bolavip.com



