Agustín Rossi não é apenas um goleiro. Para Diego Alves, ex-camisa 1 e herói do bicampeonato da Libertadores em 2019, o argentino já carimba seu lugar no panteão de ídolos do Flamengo. Em entrevista à ESPN, Alves foi categórico ao avaliar o peso histórico do colega de profissão, protagonista do tetra continental conquistado em 2025.
“Rossi, com certeza, já é um ídolo. É um goleiro marcado na história por tudo o que fez nas competições, pela importância que tem e pelo que representa”, afirmou Diego Alves. O ex-goleiro destacou que, além dos títulos, a conexão emocional com a torcida é um fator decisivo: “a identificação com o torcedor é fundamental, e ele transmite tudo isso para se consolidar como ídolo”.
A análise tem base concreta. Na campanha do tetra, Rossi foi decisivo. Nas quartas de final, brilhou na disputa de pênaltis contra o Estudiantes. Na semifinal, diante do Racing, fez defesas históricas. E na grande final, foi peça-chave para superar o Palmeiras de Abel Ferreira e erguer a taça.
Sobre outro assunto quente – a troca de técnicos –, Diego Alves preferiu não se aprofundar. Após a demissão de Filipe Luís e a chegada de Leonardo Jardim, o ex-goleiro foi cauteloso: “Não tenho como avaliar porque não acompanho o dia a dia. Seria superficial falar sobre o trabalho do Leonardo Jardim. Desejo sorte a ele. Está em um clube de enorme pressão, com uma torcida maravilhosa. Já demonstrou que é um grande treinador”.
Enquanto o clube se adapta ao novo comandante, a estrela Rossi segue firme. Com contrato válido até o fim de 2027, o ex-Boca Juniors já tem movimentações para uma renovação, segundo o site “Coluna do Fla”. A diretoria quer se antecipar ao mercado e garantir seu goleiro-camisa por ainda mais tempo. Mesmo com a contratação de Andrew para ser sua sombra, o argentino mantém a titularidade absoluta e o status de referência dentro do elenco rubro-negro.
Fonte: br.bolavip.com



