Se não pode vencê-los, junte-se a eles. Essa máxima nunca fez tanto sentido quanto no mundo das criptomoedas. Aqui estão cinco céticos que, relutantemente, abraçaram a oportunidade de ganhar muito dinheiro com blockchain.
1. Warren Buffett: O Oráculo de Omaha chamou o Bitcoin de ‘veneno de rato ao quadrado’ em 2018. Mas em 2021, seu banco de investimentos, Berkshire Hathaway, investiu US$ 500 milhões no Nubank, uma fintech que oferece serviços de criptomoedas. Coincidência? Talvez, mas o movimento mostra que até os maiores críticos não ignoram o potencial de lucro.
2. Jamie Dimon: CEO do JPMorgan, Dimon chamou o Bitcoin de ‘fraude’ em 2017. Avançando para 2021, o JPMorgan lançou seu próprio fundo de criptomoedas e começou a oferecer exposição a Bitcoin para clientes. Dimon ainda torce o nariz, mas seu banco não perdeu tempo em surfar a onda.
3. Bill Gates: Em 2018, Gates disse que ‘investir em Bitcoin é uma aposta pura’ e que preferia comprar terrenos. Em 2021, sua fundação começou a explorar blockchain para rastrear doações e Gates investiu em startups de energia renovável que aceitam pagamentos em cripto. O cético virou estrategista.
4. Nouriel Roubini: Conhecido como ‘Dr. Apocalipse’, Roubini chamou o Bitcoin de ‘mãe de todas as bolhas’. Mas em 2022, ele admitiu que blockchain tem utilidade em contratos inteligentes e sistemas de votação. Ele ainda critica, mas reconhece que a tecnologia veio para ficar.
5. Peter Schiff: O eurocético e defensor do ouro sempre detonou o Bitcoin. Em 2020, ele chamou de ‘esquema Ponzi’. Mas em 2023, seu próprio banco, SchiffGold, começou a aceitar pagamentos em Bitcoin. Ele nega que seja uma adesão, mas o fato é que o ouro digital agora está no mesmo balcão do ouro físico.
Essas viradas de chave mostram que, no final das contas, o mercado fala mais alto. Se você quer entender como lucrar com essa tendência, fique de olho no Mestre Shao. Afinal, quem critica hoje pode estar comprando amanhã.
Fonte: cointelegraph.com
