Campeão da F1 elege Grêmio como maior do Brasil e torcida vai à loucura

Campeão da F1 elege Grêmio como maior do Brasil e torcida vai à loucura

Prepare-se, torcedor gremista, porque a notícia é daquelas para guardar na memória. Kimi Antonelli, atual campeão mundial de Fórmula 1, não titubeou ao ser questionado sobre qual seria o maior clube do futebol brasileiro. A resposta? O Imortal Tricolor. O italiano, piloto da Mercedes, está em São Paulo para o Grande Prêmio de Interlagos, marcado para este domingo (8), e presenteou a nação gremista com um momento e tanto.

Um dos nomes mais assediados pelos fãs durante sua passagem pelo Brasil, Antonelli explicou a escolha com uma lembrança que todo gremista conhece bem: “O time que o Ronaldinho jogava antes da Europa”. A frase curta e certeira faz referência ao início da trajetória de Ronaldinho Gaúcho no Grêmio e coloca o Tricolor em evidência mais uma vez — agora na boca de uma das maiores estrelas da nova geração do esporte mundial.

E a declaração ganha peso ainda maior pelo momento vivido pelo italiano. Aos 20 anos e 68 dias, Antonelli entrou para a história da Fórmula 1 ao se tornar o campeão mundial mais jovem da categoria, superando o recorde de Sebastian Vettel, que conquistou o título em 2010 aos 23 anos e 134 dias. O título foi confirmado no último domingo (1º), no México, quando o piloto da Mercedes terminou a corrida em terceiro lugar e garantiu matematicamente a conquista.

A trajetória de Antonelli até aqui é de superação. O italiano construiu sua carreira desde o kart, com apoio fundamental da família e, principalmente, do pai, Marco Antonelli, que também fez carreira no automobilismo. A experiência paterna foi essencial para desenvolver os primeiros conhecimentos do jovem nas pistas e oferecer suporte nos momentos mais complicados de sua formação como piloto.

A chegada à Fórmula 1 também exigiu maturidade. No mesmo dia em que foi anunciado como titular da Mercedes para 2025, Antonelli sofreu um acidente durante o primeiro treino livre em Monza, justamente diante de sua torcida. A temporada de estreia reservou dificuldades, especialmente na passagem europeia, quando chegou a ficar nove corridas consecutivas sem pontuar. Mesmo sob cobranças e comparações com o experiente George Russell, seu companheiro de equipe, o italiano reagiu e mostrou capacidade de evolução.

A grande virada veio com a mudança de regulamento da Fórmula 1 em 2026. A Mercedes encontrou um carro competitivo e Antonelli soube aproveitar a oportunidade, mostrando agressividade nas disputas e capacidade de adaptação. O próprio Russell reconheceu a velocidade do companheiro, que venceu o duelo interno na equipe e assumiu protagonismo na disputa pelo título. A vitória em Monza, diante dos torcedores italianos, também foi um momento importante dessa caminhada até a conquista mundial.

Outro detalhe que aproxima Antonelli do público brasileiro é sua admiração por Ayrton Senna. O italiano já revelou diversas vezes o quanto o tricampeão mundial é uma referência para sua carreira. Mesmo tendo nascido 12 anos depois da morte do brasileiro, conheceu suas principais atuações assistindo a gravações de corridas antigas e se impressionou com o talento do ídolo. A admiração é tão grande que escolheu utilizar o número 12 em seu carro, a mesma numeração que Senna carregou em momentos importantes de sua trajetória, inclusive na conquista do primeiro título mundial, em 1988.

A homenagem ganhou

Fonte: br.bolavip.com

Compartilhar