Alexandre Mattos no Santos: os 3 acertos e 3 erros do dirigente

Alexandre Mattos no Santos: os 3 acertos e 3 erros do dirigente

Desde que desembarcou na Vila Belmiro, Alexandre Mattos virou o homem forte da montagem do elenco santista. O diretor de futebol assumiu a função em maio de 2025, substituindo Pedro Martins, e desde então já comandou mais de 20 contratações. O resultado? Uma verdadeira montanha-russa que divide a torcida alvinegra nas redes sociais.

Pensando nisso, separamos três decisões que deram certo e três que frustraram as expectativas. Para manter a análise justa, os reforços recém-chegados Arthur, Rodinei, Cebolinha e Philippe Coutinho ficaram de fora da lista.

**Willian Arão – acerto**

Aos 34 anos, o experiente volante aceitou o desafio de mudar de posição e tem brilhado como zagueiro. Na temporada atual, já balançou as redes três vezes em 44 partidas. Uma reinvenção que poucos apostariam, mas que virou peça-chave no sistema defensivo.

**Mayke – erro**

Multicampeão pelo Palmeiras, o lateral não conseguiu repetir o desempenho que o consagrou no rival. Deixou o Santos em agosto, somando apenas 20 jogos, sem gols e sem assistências. Uma passagem apagada para quem chegou com status de solução.

**Christian Oliva – acerto**

Pouco badalado no futebol brasileiro antes de chegar, o uruguaio conquistou espaço e se tornou um dos pilares do meio-campo de Cuca. Titular absoluto, o volante já marcou três gols em 2026. Prova de que nem sempre os nomes mais famosos são os que rendem mais.

**Billal Brahimi – erro**

Com passagens por Nice, Estrela Amadora e outros clubes europeus, o franco-argelino era uma aposta de potencial. Na prática, virou prejuízo: somou apenas 26 minutos em campo pelo Peixe. Um investimento que não decolou.

**Lucas Veríssimo – acerto**

Mesmo com altos e baixos, o Menino da Vila segue sendo o melhor zagueiro à disposição de Cuca. Estava no Al-Duhail, do Catar, quando acertou o retorno ao Alvinegro. A experiência e a identificação com o clube pesaram a favor.

**Moisés – erro**

Comprado por R$ 15,6 milhões junto ao Fortaleza, o atacante custou mais ao Santos do que Guilherme rendeu em sua venda ao Houston Dynamo (R$ 11 milhões). Hoje, está fora dos planos da comissão técnica. Um negócio que, até agora, só deu dor de cabeça.

No fim das contas, o trabalho de Mattos segue sob escrutínio. Entre acertos que sustentam o time e erros que pesam no bolso, o dirigente sabe que cada movimento na próxima janela será decisivo para a torcida – e para o seu próprio futuro no Peixe.

Fonte: br.bolavip.com

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