O clássico entre São Paulo e Palmeiras neste sábado, às 21h no Morumbis, reacende uma polêmica que já dura seis meses. O reencontro traz à tona um jogo de 2025 que, mesmo com vitória palmeirense por 3 a 2, deixou um rastro de controvérsias e consequências que ecoam até hoje.
Naquele confronto, uma virada do Verdão manteve o time na briga pelo título, mas ofuscada por uma série de decisões arbitrais questionáveis. O técnico Abel Ferreira fez uma declaração que resume o sentimento amargo: “Se eu soubesse que a consequência desse jogo teria a consequência que teve, quando duas ou três equipes se uniram contra o Palmeiras, eu preferia ter perdido”.
A vitória, na prática, abriu uma caixa de Pandora. O São Paulo reclamou publicamente de um pênalti não marcado e uma possível expulsão ignorada. O caso ganhou proporções nacionais, resultando na punição do árbitro pelo STJD e em um movimento de clubes rivais contra a arbitragem.
Internamente, o Palmeiras sentiu um efeito rebote. A diretoria acredita que o episódio alterou o tratamento dos árbitros com o time, que se sentiu prejudicado em lances ao longo do restante da temporada. O clima de revanche para o próximo duelo é palpável.
De lá para cá, o Palmeiras passou por reformulações no elenco e buscou ajustar sua postura fora de campo para evitar exposição. Mas as provocações não cessaram. A presidente Leila Pereira rebateu recentemente: “O São Paulo tem que lembrar que nós vencemos os últimos cinco jogos… Será que é sempre a arbitragem que nos beneficia?”.
O cenário mudou, mas a rivalidade e a lembrança da polêmica permanecem intactas, prometendo um Choque-Rei com gosto extra de revanche e tensão nos bastidores.
Fonte: br.bolavip.com



